Um contador que senta com você antes da decisão, faz a conta nos dois cenários e responde no mesmo dia. Não o que manda a guia e some até o mês seguinte.
O cliente pergunta
“Fechei um contrato grande e vou precisar contratar três pessoas. Continuo no Simples ou isso me prejudica?”
O contador responde
“Fiz a conta nos dois cenários. Com a folha nova, o seu fator R sobe e a sua alíquota efetiva cai. Continuar no Simples é melhor — mas só até o faturamento passar do sublimite. Marquei para revisarmos em março.”
Contabilidade consultiva é isto: a conta feita antes da decisão.
“Contabilidade não é obrigação — é a inteligência que sustenta as melhores decisões do seu negócio.”
Entendemos sua operação antes de propor qualquer solução.
Estruturamos o regime tributário e as metas ideais para você.
Relatórios e integrações que entregam informação ágil e sem erro.
Um especialista próximo, revisando resultados com você.
Foram onze anos passando por diversos escritórios — fiscal, contábil, departamento pessoal, societário — e vendo o mesmo padrão se repetir: o cliente recebia uma guia para pagar e um silêncio até a guia seguinte.
A Dalacorte nasceu em 2023 exatamente dessa inconformidade, e continua de porte deliberadamente controlado — para que cada cliente siga falando com quem assina pelo trabalho.
Ingresso em Ciências Contábeis. A partir do segundo período já dentro de escritório, aprendendo a rotina pelo lado de dentro: guia, prazo, cliente no telefone.
Diploma na mão e inscrição no Conselho Regional de Contabilidade sob o número 120.587/O — a assinatura que responde por cada balanço até hoje.
Diversos escritórios, todos os departamentos: fiscal, contábil, pessoal e societário. Empresas do MEI ao Lucro Real, do comércio ao serviço, de regimes e portes diferentes.
A necessidade de uma contabilidade consultiva — a que senta com o empresário antes da decisão, não depois — ficou clara demais para continuar esperando. Nasce a Dalacorte Financial Solutions.
Um portal onde o cliente vê obrigações, documentos e prazos sem precisar perguntar — e a carteira sendo preparada para a maior mudança tributária em quarenta anos.
A diferença entre um escritório e outro raramente está na escrituração — está em quem atende, em quanto tempo responde e se a resposta vem com a conta feita ou com “vou verificar”.
Sua dúvida não passa por um estagiário, um chatbot ou uma fila de tíquete. Quem responde é o contador registrado que assina o seu balanço — e que conhece a sua empresa pelo nome, não pelo CNPJ.
É prazo interno, medido e cobrado da equipe — não promessa de site. Se algo depende de terceiro, você é avisado de que depende, em vez de ficar sem retorno esperando.
Contratar, retirar pró-labore, comprar equipamento, mudar de regime, abrir filial. Você traz a intenção e recebe os cenários calculados — antes de assinar, não no fechamento do mês.
Encontro periódico com agenda: resultado do período, margem, carga tributária e o que muda no próximo trimestre. Sai com decisão anotada, não com a sensação de que foi um bate-papo.
Prazo, guia e documento você consulta sozinho, a qualquer hora, no portal que todo cliente recebe — sem custo extra e sem precisar pedir. A conversa fica reservada para o que realmente exige um contador do outro lado.
Tudo resolvido dentro do escritório, sem terceirizar o que é sensível — e com a mesma pessoa acompanhando de ponta a ponta.
Planejamento, escolha de regime e recuperação de créditos fiscais.
Folha, eSocial, FGTS e compliance trabalhista completo.
Fluxo de caixa, KPIs e indicadores para decisões seguras.
Escrituração completa, obrigações acessórias e demonstrações no prazo.
Constituição, alterações contratuais, licenças e regularização societária.
Análise de resultados e apoio estratégico contínuo às suas decisões.
PIS, COFINS, ICMS e ISS deixam de existir. No lugar entram a CBS (federal) e o IBS (estadual e municipal), com crédito amplo e cobrança no destino — onde está o seu cliente, não onde está a sua empresa. A transição já começou e vai até 2033.
CBS e IBS passam a ser destacados nos documentos fiscais em alíquotas simbólicas — 0,9% e 0,1% —, compensáveis com PIS/COFINS. Na prática não há aumento de carga: o ano serve para as empresas e o Fisco ajustarem sistemas e leiautes.
PIS e COFINS são extintos e a CBS passa a valer integralmente. O IPI é zerado, com exceção do que concorre com a Zona Franca de Manaus, e o Imposto Seletivo começa a incidir sobre produtos prejudiciais à saúde e ao meio ambiente.
O IBS sobe gradualmente enquanto ICMS e ISS são reduzidos ano a ano. É o período mais delicado: por quatro anos convivem dois sistemas, e o mesmo produto pode ter tributação diferente conforme a origem e o destino.
ICMS e ISS deixam de existir. Restam CBS, IBS e Imposto Seletivo, com crédito amplo e cobrança no destino — onde o cliente está, não onde a empresa está.
A reforma não trata todo mundo igual. O efeito depende do seu regime, da sua margem, do peso da folha no seu custo e de para quem você vende.
Continua existindo — mas com uma escolha nova que pode custar clientes.
É o regime que mais muda de lógica, e o que menos se percebe de imediato.
Menos ruptura no conceito, mais trabalho na apuração e no sistema.
Nada aqui depende de esperar a regulamentação terminar. São quatro coisas que, feitas com antecedência, custam pouco — e que feitas em cima da hora custam caro.
A nova classificação exige NCM e código de serviço corretos em cada item. Cadastro errado hoje vira imposto errado depois — e o acerto em massa é caro.
As notas já precisam comportar os campos de CBS e IBS. Quem deixa para 2027 descobre o problema com a operação parada.
Com a estrutura de custo real da sua empresa dá para estimar se a carga sobe ou desce — e decidir preço com antecedência, não no susto.
Contrato assinado hoje que atravessa 2027 precisa dizer quem paga a diferença se a tributação mudar. Sem cláusula, a conversa vira litígio.
Fazemos um diagnóstico com os seus números reais — faturamento, folha e estrutura de custo — e apresentamos o efeito estimado, por escrito. Sem compromisso.
Conteúdo informativo, atualizado em setembro de 2026, com base na Emenda Constitucional nº 132/2023 e na Lei Complementar nº 214/2025. A regulamentação segue em edição e alíquotas definitivas ainda serão fixadas — confirme sempre a aplicação ao seu caso concreto antes de decidir.
Sou Matheus Dalacorte, contador registrado no CRC/MG sob o nº 120.587/O. Estou na profissão desde 2012, quando entrei na faculdade e comecei a trabalhar em escritórios de Paracatu ainda no segundo período — foram onze anos vendo por dentro o que funciona e o que só gera papel.
Escolhi o caminho da contabilidade consultiva porque acredito que o empresário merece mais do que uma guia de imposto no fim do mês — merece entender os números, planejar a carga tributária e crescer com previsibilidade.
Aqui o atendimento é próximo e direto. Quando você fala com a Dalacorte, fala com quem assina o trabalho.
Do MEI à empresa consolidada — sempre com o mesmo cuidado consultivo, e sempre falando com quem assina.
Para MEI, ME e EPP no Simples Nacional
Para empresas em crescimento (LP e LR)
Para médio porte e alta complexidade
Diagnóstico 100% gratuito e sem compromisso. Deixe seus dados ao lado ou fale agora mesmo no WhatsApp com um especialista da Dalacorte.
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